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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Não consegue emagrecer? Veja 5 motivos para procurar um nutricionista

 


Olá amigos tudo bem?

Saiba como o cuidado individualizado pode ajudar a perder peso com saúde

Você faz dieta, acredita que está se alimentando bem e, ainda assim, os resultados não aparecem? Nem sempre isso significa falta de disciplina. Hábitos considerados saudáveis podem não atender às necessidades específicas do corpo, e uma análise especializada ajuda a identificar o que está dificultando o emagrecimento. A discussão ganha força com a proximidade do Dia do Nutricionista, celebrado em 31 de agosto, e diante do avanço do excesso de peso no país. Segundo o estudo Vigitel Brasil 2024, divulgado pelo Ministério da Saúde em 2025, a proporção de adultos com excesso de peso nas capitais brasileiras e no Distrito Federal passou de 42,6%, em 2006, para 62,6%, em 2024.

Diante do crescimento dos índices, Fernanda Lopes, nutricionista e responsável técnica da Six Clínic, plataforma 100% online voltada ao cuidado de pessoas com obesidade e sobrepeso, reforça que a condição não deve ser associada apenas à aparência. “A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, influenciada por aspectos biológicos, comportamentais, sociais e ambientais. Por isso, não pode ser resumida ao quanto uma pessoa come ou à força de vontade para perder peso”, explica.

A seguir, a nutricionista apresenta cinco orientações que mostram por que o suporte especializado é importante durante esse percurso. Confira:

1. Descubra o que pode estar dificultando a perda de peso

O tamanho das porções, a forma de preparo dos alimentos, o consumo de bebidas e as escolhas feitas nos fins de semana podem interferir no progresso, mesmo quando a pessoa acredita manter uma dieta equilibrada. O profissional examina esses comportamentos e reconhece pontos que costumam passar despercebidos. “A consulta permite compreender como cada indivíduo se alimenta ao longo da semana. Em alguns casos, ajustes pontuais na organização das refeições já contribuem para avanços mais consistentes”, afirma Fernanda.

2. Tenha um plano alimentar adaptado à sua realidade

Idade, sexo, nível de atividade física, condições clínicas, uso de medicamentos, preferências e horários influenciam as demandas nutricionais. Por isso, copiar o cardápio de outra pessoa ou seguir recomendações encontradas nas redes sociais pode não produzir o efeito esperado. “A conduta precisa dialogar com o cotidiano de quem busca atendimento. Quando as recomendações são possíveis de aplicar, aumentam as chances de continuidade e de manutenção das conquistas”, esclarece. 

3. Evite carências nutricionais e cortes desnecessários

Retirar alimentos ou grupos inteiros sem orientação pode reduzir a ingestão de nutrientes importantes e tornar a dieta difícil de sustentar. O profissional verifica a qualidade das refeições e busca equilibrar o consumo de proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, vitaminas e minerais. “Emagrecer não significa apenas comer menos. É preciso garantir o aporte necessário para o bom funcionamento do corpo durante esse período”, destaca a especialista.

4. Entenda seus avanços além do número da balança

O peso isolado não revela quanto corresponde a gordura, músculos, líquidos e outros componentes. Para obter uma visão mais ampla, o especialista pode considerar medidas corporais, composição corporal, exames, sintomas, disposição e mudanças na relação com a comida. “Nem todo progresso aparece imediatamente na balança. Reduzir medidas, preservar massa muscular e melhorar parâmetros clínicos também são conquistas importantes”, orienta.

5. Receba ajustes conforme sua rotina 

O planejamento das refeições pode exigir adaptações ao longo do tempo. Viagens, alterações nos horários, períodos de maior ansiedade, novos resultados de exames e problemas para organizar a comida interferem na adesão. Os retornos periódicos possibilitam reconhecer essas barreiras e reformular a abordagem antes que a pessoa desista. “O plano alimentar não deve ser estático, observamos a resposta ao que foi proposto, os obstáculos encontrados e o que mudou desde a consulta anterior para definir novas recomendações”, explica a profissional.

Na Six Clínic, esse cuidado é realizado por telemedicina e inclui um grupo de apoio, que oferece um espaço de acolhimento e troca de experiências ao longo do processo. O formato permite realizar consultas de onde a pessoa estiver e manter os retornos necessários para acompanhar seu progresso. “Além de facilitar o acesso ao nutricionista, o atendimento remoto favorece a continuidade do cuidado. O grupo de apoio também ajuda o paciente a compartilhar dificuldades e perceber que não está sozinho, enquanto as consultas possibilitam adaptar as orientações às particularidades de cada indivíduo”, conclui Fernanda Lopes.

Sobre a Six Clínic

A Six Clínic é uma iniciativa 100% online dedicada a democratizar o tratamento da obesidade e sobrepeso no Brasil, oferecendo cuidado médico, suporte nutricional diário e acompanhamento 24 horas totalmente à distância. Inspirada em modelos internacionais e adaptada para a realidade brasileira, a empresa utiliza tecnologia, metodologia exclusiva e logística integrada para ampliar o acesso a tratamentos seguros, eficazes e baseados em evidências. Com o Projeto Emagreça em Casa, a Six Clínic tem o propósito de alcançar 100 mil pessoas até 2026, levando saúde, bem-estar e autoestima a regiões onde o acesso ao atendimento especializado ainda é limitado.

Até o Próximo

Beijos

Lucimar



Mitos e verdades sobre o inverno: o frio realmente causa doenças respiratórias?

 Olá amigos tudo bem?

Todos os anos, a chegada do inverno vem acompanhada de uma percepção quase automática: basta a temperatura cair para surgirem tosses, espirros e congestionamentos. Em 2026, no entanto, o cenário ganhou uma dimensão maior. Dados do Instituto Todos pela Saúde mostram que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada por influenza quase dobraram no país no primeiro trimestre do ano, passando de 1.838 registros em 2025 para 3.584 no mesmo período deste ano.

O aumento não é resultado de um único fator. O frio altera mecanismos naturais de defesa do organismo, favorece a circulação de vírus e modifica hábitos da população, que passa mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados.

Para ajudar a separar fatos de crenças populares, Dra. Claudia Friedrich, médica radiologista especialista em imagem abdominal e torácica da Fundação Instituto de Diagnóstico por Imagem - FIDI, explica alguns mitos e verdades sobre o assunto.

Mito: o frio, sozinho, causa gripe

Não exatamente. A gripe é causada por vírus, e não pela baixa temperatura. O que acontece é que o inverno cria condições favoráveis para a transmissão desses agentes infecciosos.

Pesquisas publicadas no Journal of Allergy and Clinical Immunology indicam que a queda da temperatura na cavidade nasal reduz a capacidade de defesa local do organismo. O resfriamento da mucosa diminui a liberação de vesículas extracelulares, estruturas produzidas pelas células do nariz que ajudam a capturar e neutralizar vírus antes que eles invadam o organismo. Além disso, o ar frio e seco compromete o funcionamento dos cílios respiratórios, responsáveis por remover partículas, secreções e microrganismos das vias aéreas. Há ainda um fator comportamental importante: as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados, com menor circulação de ar, o que facilita a transmissão viral.

 

Verdade: pessoas com doenças respiratórias sofrem mais no inverno

Sim. Pacientes com asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), bronquite e fibrose pulmonar costumam apresentar maior sensibilidade às mudanças de temperatura. O ar frio pode desencadear irritação das vias aéreas e agravar sintomas como falta de ar, chiado e tosse persistente. Em muitos casos, infecções virais também funcionam como gatilho para crises respiratórias.

 

Mito: só idosos precisam se preocupar

Não. Embora os idosos estejam entre os grupos mais vulneráveis, crianças pequenas, gestantes, imunossuprimidos e pessoas com doenças crônicas também apresentam maior risco de complicações.

A pandemia também deixou um legado nos consultórios e serviços de diagnóstico, como o aumento da procura por exames destinados à investigação de sintomas respiratórios persistentes e possíveis sequelas pulmonares após infecções virais. O movimento reflete uma maior conscientização da população sobre a importância do acompanhamento da saúde pulmonar.

 

Verdade: abrir as janelas ajuda a prevenir infecções

Sim. Mesmo nos dias mais frios, manter ambientes ventilados continua sendo uma das medidas mais eficazes para reduzir a concentração de vírus no ar. A circulação diminui a exposição a partículas respiratórias potencialmente contaminadas e reduz o risco de transmissão, especialmente em escritórios, escolas, transporte coletivo e residências com muitas pessoas.

 

Mito: exames de imagem só são necessários em casos graves

Não necessariamente. Radiografias e tomografias não são indicadas para qualquer resfriado ou quadro gripal simples. No entanto, eles desempenham papel importante quando os sintomas persistem, quando existe suspeita de complicações ou quando o paciente pertence a grupos de risco.

Os exames de imagem deixaram de atuar apenas na confirmação de doenças e passaram a integrar decisões clínicas desde os primeiros sinais de alteração pulmonar. Atualmente, a tomografia computadorizada de alta resolução é uma das principais ferramentas para investigar doenças pulmonares.

 

Verdade: sintomas que duram semanas merecem atenção

Sim. Tosse persistente, cansaço, chiado no peito e falta de ar costumam ser atribuídos a gripes mal curadas ou aos efeitos do clima seco. Mas, quando permanecem por mais de três semanas, merecem avaliação médica. Isso porque os mesmos sintomas podem estar associados a condições muito diferentes, desde infecções prolongadas até doenças inflamatórias, fibroses pulmonares e tumores em estágio inicial.

 

O que realmente ajuda a proteger os pulmões no inverno?

A lista continua relativamente simples:

  • Manter a vacinação em dia;
  • Evitar ambientes fechados e sem ventilação por longos períodos;
  • Higienizar as mãos com frequência;
  • Hidratar-se adequadamente;
  • Controlar doenças respiratórias já diagnosticadas;
  • Procurar avaliação médica diante de sintomas persistentes.

 

Em um contexto de aumento das doenças respiratórias e envelhecimento da população, identificar problemas precocemente pode significar tratamentos mais simples, menos complicações e melhor qualidade de vida.

 

Dra. Claudia Friedrich

Médica radiologista especialista em imagem abdominal e torácica, com mais de 13 anos de experiência em diagnóstico por imagem. Formada em Medicina em 2003, realizou residência em Cirurgia Geral entre 2005 e 2007 e residência em Radiologia entre 2008 e 2011, além de fellowship em imagem abdominal e torácica em 2012. Atualmente, atua como médica assistente em hospital estadual de São Paulo e integra o corpo clínico da FIDI.

 

Sobre FIDI - Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2025, foram 4,8 milhões de exames realizados - um crescimento de 11% em relação a 2024, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X e densitometria óssea. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial.

 

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo. Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW).

 

Desde 2014, a FIDI atua na carreta-móvel do programa Mulheres de Peito, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo e operacionalizado pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), é que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atingidos, cerca de 300 mil mamografias, 7 mil ultrassons, 700 biópsias, e mais de 3 mil mulheres encaminhadas

 Até o Próximo

Beijos

Lucimar



Beleza acessível? Os desafios de pessoas cegas ou com baixa visão no universo dos cosméticos

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos propõe uma reflexão sobre acessibilidade no universo da beleza, mostrando como pessoas com deficiência visual constroem sua relação com a maquiagem, a autoestima e o autocuidado

Como uma pessoa cega escolhe um batom? De que forma identifica diferentes cosméticos? O que torna uma experiência de compra de produtos de beleza realmente acessível? Refletir sobre essas questões ajuda a ampliar um debate ainda pouco explorado: a inclusão de pessoas com deficiência visual no universo da beleza. Muito além da estética, a maquiagem e o autocuidado representam formas de autonomia, expressão, identidade e bem-estar.

De acordo com a Fundação Dorina Nowill para Cegos, a experiência da instituição demonstra que a relação de pessoas cegas ou com baixa visão com os cosméticos é construída por meio do tato, das texturas, dos aromas, da organização dos produtos e de estratégias desenvolvidas para garantir independência no dia a dia.

Essa relação entre autonomia e autocuidado também faz parte da história de Dorina Nowill. Reconhecida por ser uma mulher muito vaidosa, Dorina valorizava os cuidados com a aparência e desenvolvia estratégias para identificar seus produtos de uso pessoal. A instituição que leva seu nome, preserva imagens de alguns dos cosméticos que ela utilizava, com marcações e adaptações que auxiliavam na identificação, mostrando como recursos de acessibilidade podem estar presentes também no universo da beleza. 

Como explica a terapeuta ocupacional da Fundação Dorina, Nanci Hara: "A maquiagem e os cuidados com a aparência fazem parte da construção da identidade de qualquer pessoa. Para quem tem deficiência visual, esse processo acontece por meio de outras referências sensoriais, principalmente o tato, mas também da organização, da memória e da experimentação. Autonomia também significa poder escolher como se apresentar ao mundo." 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que cerca de 1,3 bilhão de pessoas vivem com algum tipo de deficiência significativa no mundo. O número reforça a importância de ampliar as discussões sobre acessibilidade em todos os setores, inclusive no mercado da beleza.

Nesse contexto, embalagens sem recursos de acessibilidade, dificuldade para identificar produtos, ausência de informações em formatos inclusivos e a baixa representatividade de pessoas com deficiência visual em campanhas publicitárias estão entre os principais desafios que ainda limitam uma experiência de consumo mais democrática.

Nanci destaca ainda que tornar o setor mais inclusivo depende de mudanças que também vão além: "Quando pensamos em acessibilidade, precisamos olhar para toda a experiência: desde a comunicação das marcas e a identificação das embalagens até o atendimento nas lojas e nos salões de beleza. São adaptações que fortalecem a autonomia das pessoas com deficiência visual e contribuem para a construção de um mercado mais diverso e inclusivo". 

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 80 anos se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e terapia ocupacional, além de programas de inclusão educacional e profissional. 

Responsável por um dos maiores parques gráficos braille em capacidade produtiva da América Latina, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil por meio de projetos incentivados. 

A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, audiodescrição e consultorias especializadas como acessibilidade arquitetônica e web. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. 

Até o Próximo
Beijos
Lucimar



segunda-feira, 27 de julho de 2026

Inchaço, fadiga e intestino preso. A culpa é mesmo da disbiose?

 Olá amigos tudo bem?

Influenciadores associam sintomas como inchaço, fadiga e dificuldade para perder peso ao desequilíbrio da microbiota intestinal, mas especialistas afirmam que o autodiagnóstico pode atrasar o tratamento correto

Barriga estufada, gases, fadiga constante, acne, dificuldade para perder peso, alterações de humor e até compulsão alimentar. Nos últimos meses, a palavra "disbiose" passou a aparecer diariamente nas redes sociais como uma possível explicação para uma série de sintomas. O aumento do interesse pela saúde intestinal acompanha o avanço das pesquisas sobre a microbiota humana, mas também preocupa especialistas, que observam uma onda crescente de autodiagnósticos baseados em vídeos curtos e recomendações sem respaldo científico.

Bruna Makluf, nutricionista e diretora de Nutrição da WeFit, explica que a microbiota realmente exerce papel importante em diversas funções do organismo, mas alerta que o conceito de disbiose vem sendo simplificado de maneira equivocada nas redes sociais.

A WeFit é uma healthtech especializada em saúde personalizada que integra avaliação nutricional, testes genéticos, análise da microbiota intestinal e inteligência artificial para desenvolver protocolos individualizados. O acompanhamento é realizado de forma remota pela equipe de nutrição, que interpreta os resultados de forma integrada para construir estratégias personalizadas de acordo com as características biológicas e os hábitos de cada paciente.

"Muitas pessoas chegam ao consultório dizendo que descobriram que têm disbiose porque sentiram inchaço ou porque viram um vídeo que descrevia exatamente os mesmos sintomas. O problema é que alterações intestinais podem ter inúmeras causas. Nem todo desconforto está relacionado à microbiota e nem toda microbiota diferente representa uma doença."

O intestino abriga trilhões de microrganismos, entre bactérias, fungos e vírus, que participam da digestão, da produção de metabólitos importantes, do funcionamento do sistema imunológico e da comunicação entre intestino e cérebro. Alterações nesse ecossistema podem ocorrer ao longo da vida por influência da alimentação, do uso de medicamentos, do estresse, da qualidade do sono e de diversos outros fatores. Entretanto, pesquisadores reforçam que ainda não existe uma composição considerada ideal para todas as pessoas e que a avaliação deve ser individualizada.

Estudos publicados nos últimos anos mostram que a microbiota está relacionada à saúde metabólica, digestiva e imunológica, mas também reforçam que o conceito de disbiose não deve ser utilizado como diagnóstico isolado para explicar sintomas inespecíficos, especialmente sem avaliação clínica.

Segundo Bruna, o maior risco do excesso de informações disponíveis na internet é levar pessoas a iniciar dietas extremamente restritivas, consumir probióticos indiscriminadamente ou eliminar grupos alimentares inteiros sem necessidade. "Não existe um suplemento capaz de resolver sozinho alterações da microbiota. Em muitos casos, o problema nem está nela. Quando alguém inicia um tratamento baseado apenas em conteúdos das redes sociais, pode acabar mascarando outras condições que precisam ser investigadas."

Quando vale a pena procurar ajuda?

Embora desconfortos digestivos ocasionais sejam comuns, alguns sinais merecem avaliação profissional quando persistem por semanas ou passam a comprometer a qualidade de vida. Nem toda alteração intestinal exige exames complexos, tampouco o uso indiscriminado de probióticos.

Segundo Bruna Makluf, alguns sinais merecem investigação quando permanecem por semanas, principalmente se vier acompanhados de perda de peso involuntária, dor abdominal frequente, alterações importantes do funcionamento intestinal ou histórico familiar de doenças gastrointestinais. "Outro ponto importante é observar quando esses sintomas começam a interferir na rotina. Se a pessoa passa a evitar alimentos por medo, convive diariamente com desconforto ou faz sucessivas tentativas de tratamento sem melhora, é hora de investigar. O intestino pode estar sinalizando diversas condições diferentes, e não apenas alterações da microbiota."

Entre os principais sinais de alerta estão:

  • distensão abdominal frequente;
  • alterações persistentes do funcionamento intestinal;
  • dor abdominal recorrente;
  • perda de peso sem explicação;
  • presença de sangue nas fezes;
  • sintomas que permanecem mesmo após mudanças na alimentação.

"A investigação não acontece apenas porque existe um exame disponível. Ela deve fazer sentido dentro da história clínica daquela pessoa. O exame é uma ferramenta para complementar a avaliação, nunca para substituir o acompanhamento profissional."

O que realmente ajuda a cuidar da microbiota

Apesar da popularização dos probióticos nas redes sociais, os especialistas afirmam que os hábitos cotidianos continuam sendo os principais fatores associados à saúde intestinal.

Uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fibras, associada à prática regular de atividade física, sono adequado e menor consumo de alimentos ultraprocessados, permanece entre as estratégias mais recomendadas para favorecer a diversidade da microbiota.

"A expectativa de encontrar um único alimento ou um suplemento capaz de 'curar a microbiota' não corresponde ao que a ciência mostra hoje. O intestino responde ao conjunto dos hábitos, não a soluções isoladas."

Essa individualidade é justamente um dos fatores que impulsionam o crescimento da medicina personalizada. Pessoas com sintomas semelhantes podem apresentar causas completamente diferentes para seus desconfortos, o que exige avaliações mais abrangentes do histórico clínico, dos hábitos e das características biológicas de cada organismo.

Para ampliar essa compreensão, exames específicos podem ser utilizados quando existe indicação clínica. A análise da microbiota permite identificar a composição e a diversidade dos microrganismos presentes no intestino, enquanto testes genéticos ajudam a compreender predisposições relacionadas ao metabolismo, resposta aos alimentos e outros fatores que influenciam a saúde. A interpretação integrada dessas informações permite que o acompanhamento nutricional seja construído de forma individualizada, em vez de seguir protocolos generalistas.

Para Bruna, o interesse crescente pela microbiota representa uma oportunidade importante de ampliar a educação em saúde, desde que a informação seja baseada em evidências e não em tendências das redes sociais.

"É positivo que as pessoas estejam mais curiosas sobre o funcionamento do próprio organismo. O desafio é entender que saúde intestinal não pode ser resumida a um vídeo de um minuto. Quanto mais a ciência avança, mais percebemos que cada organismo responde de maneira diferente e que protocolos padronizados tendem a perder espaço para abordagens realmente individualizadas."

Cinco cuidados antes de concluir que você tem disbiose

  • Evite fazer autodiagnóstico com base apenas em conteúdos das redes sociais.
  • Não utilize probióticos ou suplementos sem orientação profissional.
  • Observe se os sintomas são persistentes ou apenas ocasionais.
  • Procure avaliação quando houver dor intensa, perda de peso involuntária, sangue nas fezes ou alterações intestinais recorrentes.
  • Lembre-se de que alimentação, sono, estresse, medicamentos, genética e estilo de vida influenciam a microbiota e precisam ser analisados em conjunto.

Sobre Bruna Makluf

Bruna Makluf é nutricionista, diretora de Nutrição da WeFit e especialista em emagrecimento, saúde metabólica, composição corporal, saúde intestinal, doenças crônicas e longevidade. Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal) em 2008, possui especializações em Nutrição Clínica, Fitoterapia e Nutrição Comportamental, formação em Saúde Intestinal e mestrado em Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Com mais de 15 anos de experiência, atuou por nove anos na saúde pública, onde participou da implantação de equipes e políticas públicas voltadas à assistência nutricional. Posteriormente, integrou por seis anos a Clínica Seven, exercendo as funções de nutricionista e gestora da equipe de nutrição. Atualmente, lidera a área de Nutrição da WeFit, sendo responsável pelo desenvolvimento dos protocolos nutricionais personalizados da empresa.

Sua atuação é baseada na individualização do cuidado, integrando evidências científicas, genética, saúde intestinal, exames laboratoriais e hábitos de vida para construir estratégias nutricionais adaptadas às necessidades de cada paciente. É fonte para temas relacionados ao emagrecimento, saúde intestinal, prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, saúde metabólica e longevidade.



Para mais informações, acesse: Linkedin e Instagram.

Sobre a WeFit

A WeFit é uma healthtech brasileira especializada em saúde personalizada e nutrição de precisão. A empresa desenvolveu um protocolo que integra testes genéticos, análise da microbiota intestinal, inteligência artificial, monitoramento contínuo de indicadores de saúde e acompanhamento nutricional remoto para criar estratégias individualizadas voltadas à melhora da saúde metabólica e da qualidade de vida.

Com atendimento 100% digital, a WeFit atende pacientes em todo o Brasil por meio de uma equipe especializada em nutrição, que acompanha cada jornada de forma personalizada com base nas características biológicas, na rotina e nos objetivos individuais. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para outras especialidades, ampliando o cuidado de forma integrada. A proposta da empresa é utilizar ciência, tecnologia e personalização para transformar a forma como as pessoas cuidam da saúde.

Para mais informações acesse: Site Oficial WeFit I Instagram WeFit 

 

Até o Próximo
Beijos
Lucimar


Menos fumaça, mais água: a natureza agradece

 Olá amigos tudo bem?

O  planeta Terra enfrenta desafios ambientais sem precedentes. Antes de falarmos sobre desmatamento, queimada e escassez de água, devemos cuidar da natureza e ajudar as crianças a se apaixonarem por ela. A empatia vem da convivência! Devemos mostrar às crianças o poder de fazer a diferença.

A derrubada da vegetação nativa, frequentemente seguida de queimadas para abertura de pastagem ou plantio direto, pode destruir todo um ecossistema. As queimadas liberam grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera, acelerando o aquecimento global.

Sem as árvores, a umidade diminui, alterando o regime de chuvas e reduzindo a recarga dos lençóis freáticos. Com a redução das chuvas e o esgotamento das fontes de água doce, a seca se intensifica, levando à escassez de água potável tanto para o consumo humano quanto para a agricultura.

A fumaça das queimadas contém partículas finas que penetram profundamente nos pulmões das crianças, cujo sistema respiratório ainda está em desenvolvimento. Isso pode causar um aumento drástico de casos de asma, bronquite e infecções respiratórias.

Com a seca intensa, famílias mais carentes frequentemente recorrem a fontes de água não tratada ou contaminada, resultando em surtos de diarreia, cólera e parasitoses, que são causas significativas de mortalidade infantil.

Precisamos preservar o meio ambiente! Devemos mostrar às crianças o poder de fazer a diferença. As pequenas atitudes dão a sensação de pertencimento e responsabilidade.

* Formada em Biologia e mestre em Agronomia, Cilene Queiroz também é autora de “A Águia Solidária e o Planeta Azul”, um livro infantil que promove a consciência ambiental e maior contato com a natureza


Até o Próximo
Beijos
Lucimar

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Chocolate é aliado ou vilão da dieta?

 Olá amigos tudo bem?

édico aponta 6 formas de identificar quando o doce favorece ou prejudica o metabolismo

No Dia Mundial do Chocolate, celebrado em 7 de julho, o consumo do doce no Brasil vive um momento de ajuste. Levantamento da Worldpanel by Numerator, divulgado pela Kantar, mostra que o volume de chocolate consumido nos lares brasileiros caiu 19% no primeiro trimestre de 2025, reflexo da crise global do cacau, que elevou o preço médio da categoria. Ainda assim, o consumidor não abandonou o produto. 

Os consumidores passaram a optar por embalagens menores, segundo a Kantar , mostrando que, apesar do aumento dos preços, a iguaria continua presente na rotina dos brasileiros. A data também reacende um debate frequente: afinal, o chocolate é realmente um inimigo da alimentação saudável? 

Para Alexandre Duarte, médico, professor, pesquisador, referência em fisiologia metabólica e hormonal e fundador do Instituto Avantgarde, a resposta passa longe de uma proibição generalizada. O problema não começa no cacau, mas sim quando ele deixa de ser o principal ingrediente. "O chocolate não é o inimigo da dieta. O problema é que, muitas vezes, alguns produtos apresentam pouco cacau e muito açúcar. Além disso, a forma como esse alimento é consumido costuma dizer mais sobre a saúde metabólica da pessoa do que o doce isoladamente", afirma. 

O cacau é um alimento naturalmente rico em polifenóis, flavonoides e minerais como o magnésio, compostos estudados por seus potenciais efeitos antioxidantes e pela associação com benefícios cardiovasculares quando consumido em versões pouco processadas e com alta concentração de cacau. A situação muda quando o açúcar passa a ocupar o protagonismo da fórmula. 

Em boa parte dos chocolates industrializados, ele aparece entre os primeiros ingredientes da lista, acompanhado de gorduras vegetais, aromatizantes e outros aditivos. Quanto menor a participação do cacau, menor tende a ser a presença dos compostos naturalmente encontrados no alimento. 

Segundo o médico, é justamente nesse ponto que aparece o maior impacto metabólico. Produtos com grande quantidade de açúcares adicionados favorecem picos repetidos de glicemia e exigem sucessivas liberações de insulina. Quando esse padrão se soma a uma alimentação rica em carboidratos refinados e ultraprocessados, pode contribuir para resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e dificuldade para controlar o peso. 

Chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável? 

Na avaliação de Alexandre Duarte, a resposta não passa por uma proibição genérica, mas por critérios de qualidade e contexto. Mais do que retirar o alimento da rotina, é preciso entender como ele está inserido na alimentação e qual é a condição metabólica de quem o consome.

O chocolate tende a ser um aliado quando:

  • possui alta concentração de cacau, preferencialmente acima de 70%, e baixo teor de açúcares adicionados;
  • é consumido em pequenas porções, de forma consciente, e não como resposta automática à ansiedade ou ao cansaço;
  • faz parte de uma rotina alimentar que já controla a carga glicêmica ao longo do dia;
  • é ingerido após uma refeição, e não isoladamente com o estômago vazio, o que ajuda a reduzir oscilações glicêmicas e favorece maior saciedade.

Por outro lado, o chocolate tende a representar um problema quando:

  • o açúcar aparece entre os primeiros ingredientes do rótulo;
  • é consumido em grandes quantidades e com alta frequência, principalmente por pessoas com resistência à insulina, inflamação persistente ou dificuldade para perder peso;
  • passa a substituir refeições ou é utilizado como resposta ao estresse, à baixa energia ou à ansiedade, reforçando um ciclo repetitivo de picos e quedas de glicose.

"Muitas vezes, o chocolate não é a causa do problema. Ele apenas revela um metabolismo que já vinha sendo sobrecarregado por outros hábitos. O alimento, sozinho, raramente explica o quadro. É o padrão de consumo que faz diferença", explica Duarte. 

Como aproveitar o Dia Mundial do Chocolate sem exageros

Segundo o médico, pequenas mudanças fazem diferença na relação com o alimento:

 

  • Leia o rótulo antes de comprar. Quanto maior a participação do cacau e menor a lista de ingredientes, melhor tende a ser a escolha.
  • Prefira chocolates com maior teor de cacau e menor quantidade de açúcar.
  • Consuma pequenas porções após uma refeição completa, evitando comer chocolate para aliviar fome, ansiedade ou cansaço.
  • Evite transformar o doce em um hábito automático ou em recompensa diária.
  • Observe a frequência do consumo. Um episódio isolado costuma ter impacto muito menor do que pequenas quantidades repetidas ao longo da semana.
  • Se a vontade por doces é intensa e recorrente, vale investigar fatores como sono inadequado, estresse, resistência à insulina e qualidade da alimentação.

 

O recado por trás da data

Para Alexandre Duarte, o Dia Mundial do Chocolate é uma oportunidade para lembrar que nenhum alimento, isoladamente, explica o estado de saúde de uma pessoa.

"O corpo não adoece por causa de um único alimento. Ele responde aos padrões que repetimos ao longo do tempo. O chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável quando há equilíbrio. O problema começa quando ele deixa de ser uma escolha consciente e passa a ocupar o lugar de uma necessidade criada por um metabolismo desregulado", conclui.

Sobre Alexandre Duarte

Dr. Alexandre Duarte é médico, professor e palestrante, referência em fisiologia metabólica e hormonal no Brasil. Graduado em Medicina pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), aprofundou sua formação durante 12 anos nos Estados Unidos, onde concluiu o Fellowship in Metabolic and Nutritional Medicine pela MMI/USA.

Fundador do Grupo Avantgarde, Alexandre Duarte acumula mais de duas décadas de atuação clínica e acadêmica. Ao longo de sua trajetória, contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 20 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas ligadas à fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada. 

Defensor da chamada medicina da saúde, baseada na investigação das causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, atua na difusão de uma abordagem voltada à prevenção, personalização do tratamento e reversão de doenças crônicas associadas ao metabolismo, consolidando-se como uma das principais vozes do segmento no país.

Para mais informações, acesse: site, Instagram, linkedin ou pelo youtube.



 

Sobre o Instituto Avantgarde 

Fundado em 2007 pelo Dr. Alexandre Duarte, o Instituto Avantgarde é referência em medicina metabólica e hormonal, com unidades em São Paulo e Florianópolis. A instituição nasceu a partir da busca por uma abordagem que investigasse as causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, indo além do tratamento isolado dos sintomas e priorizando a prevenção, a personalização do cuidado e a recuperação da saúde.

Integrante do Grupo Avantgarde, o instituto atua ao lado da Avantgarde College, escola de capacitação médica com cursos reconhecidos pelo MEC, e de outras iniciativas voltadas à saúde, longevidade e bem-estar. Ao longo de sua trajetória, o grupo já contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 40 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas como fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada.

Com uma equipe multidisciplinar e uma abordagem baseada em ciência, investigação clínica e acompanhamento individualizado, o Instituto Avantgarde consolidou-se como um dos principais centros brasileiros dedicados ao tratamento das doenças metabólicas e hormonais, promovendo um modelo de medicina voltado à identificação das causas dos problemas de saúde e à construção de resultados sustentáveis para os pacientes.

Para mais informações, acesse : instagram, site, linkedin instituto e linkedin college.


Fontes de pesquisa

Worldpanel by Numerator (Kantar Worldpanel) 

https://www.kantar.com/brazil/inspiration/consumo/2025/queda-consumo-chocolate-crise-cacau

Até o Próximo
Beijos
Lucimar


Cabelos volumosos: confira os truques e cuidados que deixam o cabelo encorpado sem pesar nos fios



 Olá amigos tudo bem

Inspirada no glamour das supermodels dos anos 90, tendência do "blowout" volumoso retorna com releitura mais leve e natural

Por anos, o cabelo “perfeito” parecia seguir uma única direção: fios ultralisos, alinhados e sem volume aparente. Agora, o movimento muda - literalmente. Inspirado no glamour das supermodels dos anos 90, o visual volumoso volta ao centro das tendências. Escovas encorpadas, movimento nas pontas e raiz elevada reaparecem como protagonistas de beleza em passarelas, tapetes vermelhos e redes sociais, resgatando referências icônicas de nomes como Cindy Crawford, Claudia Schiffer e Pamela Anderson em suas fases mais emblemáticas.

Mas, diferente do exagero típico de outras décadas, o novo volume surge menos rígido e muito mais fluido. O chamado “90s blowout” aposta em fios com balanço, textura macia e aparência saudável, quase como o efeito de escova recém-feita que permanece elegante sem parecer excessivamente produzido.

Segundo Marina Groke, diretora da Escova Express, rede de escovarias e tratamentos capilares, o retorno dessa estética está diretamente ligado ao desejo por cabelos com mais presença e naturalidade. “Existe uma valorização maior de fios com movimento e aparência saudável. O volume atual não tem aquele aspecto armado ou pesado, ele aparece de forma mais polida, com leveza e brilho”, explica.

A construção desse efeito começa muito antes da finalização. Para Marina, um dos principais segredos do cabelo volumoso está justamente na saúde da fibra capilar. “Quando o fio está nutrido e protegido, ele ganha corpo naturalmente. O volume bonito não vem apenas da escova, mas da combinação entre corte, textura e tratamento.”

Nesse cenário, produtos nutritivos e fórmulas capazes de preservar a integridade dos fios passam a ocupar papel importante na rotina. Ingredientes como óleo de abacate, óleo de coco, óleo de argan e vitamina E ajudam a manter brilho, maleabilidade e proteção térmica, fator essencial para quem utiliza ferramentas de calor com frequência.

“Esses ativos conseguem nutrir profundamente enquanto protegem a estrutura capilar contra agressões externas, como calor excessivo, poluição e ressecamento”, comenta Marina. Segundo a especialista, cabelos ressecados ou fragilizados costumam perder sustentação e movimento, o que interfere diretamente no resultado da finalização.

A escova tradicional aparece entre as principais responsáveis pelo retorno desse visual justamente por criar volume sem endurecer os fios. Diferente das finalizações extremamente marcadas, ela trabalha a elevação da raiz e o alinhamento do comprimento de forma mais natural, preservando leveza e balanço. Já a escova modelada com babyliss entra como aliada para construir curvas amplas e movimento, especialmente nas pontas e na região frontal do rosto.

O corte também influencia diretamente nesse resultado. Camadas suaves, principalmente ao redor do rosto e no comprimento, ajudam a distribuir o volume de forma equilibrada e evitam o efeito pesado. “O cabelo volumoso contemporâneo precisa de leveza. Quando existe excesso de peso na base, os fios perdem movimento rapidamente”, afirma.

Outro ponto importante está na preparação antes da escova. Excesso de produtos finalizadores, fórmulas muito densas e até o uso incorreto de óleos capilares podem comprometer o resultado, deixando o cabelo sem sustentação. Segundo Marina, o segredo está na dosagem e na escolha de texturas mais leves. “O óleo capilar funciona muito bem para controlar frizz, dar brilho e proteger os fios, mas precisa ser usado na medida certa para preservar o movimento”, reforça.

 

 

Sobre a Escova Express:

A Escova Express é a rede de franquias referência no mercado de beleza, que usa os melhores métodos em escovas, penteados, maquiagens e design de sobrancelhas. Com atendimentos que dispensam agendamento prévio otimizando o tempo das mulheres que têm uma rotina corrida, mas que querem estar sempre arrumadas. Atualmente com sete unidades no Sudeste e Centro-Oeste, a marca atende cerca de 3 mil clientes por mês. Com investimento a partir de R$200 mil, o faturamento médio mensal estimado é de R$60mil a R$80 mil e o retorno de investimento em 18 meses.

 Até o Próximo

Beijos

Lucimar

sexta-feira, 19 de junho de 2026

São João 2026: por que a bota é o calçado da vez para as festas juninas?

 Olá amigos tudo bem?

Em tons terrosos e couro, os modelos acompanham as festividades de junho com aconchego e estabilidade para horas em pé

São Paulo, junho de 2026 — Junho chega trazendo consigo o estalo das fogueiras, o colorido das bandeirolas balançando ao vento, a música que se espalha pela festa e contagia até quem jurou que não ia dançar. É uma das festividades mais aguardadas do calendário brasileiro, e ela pede figurino à altura. Mas se o vestido xadrez e as tranças no cabelo já são presença garantida, é nos pés que mora o segredo de quem atravessa a noite inteira sem perder o passo. 

E a bota desponta como a escolha mais acertada da temporada, traduzindo o charme rústico que a estação evoca enquanto entrega o conforto necessário para encarar o arrasta-pé e as longas horas em pé entre uma dança e outra. Pensando nisso, a Usaflex, referência em calçados femininos de conforto, reúne indicações de botas que conversam com o espírito junino. 

Marrom, a cor que aterra o look junino
As festas juninas combinam naturalmente com a paleta quente do outono-inverno. Entre as opções, há botas no tom marrom, cor que remete à terra, à madeira e ao clima acolhedor das festas de junho. Na hora de montar o look, os tons terrosos abrem espaço para o xadrez clássico da data. Vale combinar com um vestido midi de estampa quadriculada ou uma saia rodada jeans, deixando a bota como base que aterra a produção e dispensa o improviso do chinelo no meio da dança. 

                                                           

Preto, o coringa que vai além de junho
Para quem prefere uma leitura mais versátil, o preto resolve a festa e segue firme no resto do inverno. As opções são variadas: há ankle boots de couro com salto bloco e detalhe de fivela dourada, modelos que mesclam couro e camurça com tira no tornozelo, e chelsea boots de elástico lateral, que vão das versões mais clean em base flatform às tratoradas, de pegada urbana. 

No look, o preto se ajusta com facilidade a um vestido xadrez de tom mais escuro ou a um jeans com camisa amarrada na cintura, mantendo o clima da festa sem abrir mão da elegância. As versões tratoradas pedem um visual mais moderno, com calça reta e tricô, enquanto as de salto bloco combinam com saias e vestidos para quem quer um ar mais clássico. Funciona ainda como contraponto a uma produção mais colorida, ancorando as cores vibrantes típicas das bandeirolas e deixando o conjunto equilibrado.
                                                           
                                                         

Tons quentes para fugir do óbvio
Quem quer escapar dos clássicos encontra na cartela quente da estação a aposta certeira. O caramelo traz luminosidade e um ar acolhedor que conversa diretamente com o clima junino. O vinho é o tom mais sofisticado da temporada, presente tanto em modelos de cano um pouco mais alto com fivela quanto em chelsea boots de bico fino com efeito croco, que agregam textura e personalidade. Há ainda tons terrosos mais claros, que funcionam como um neutro diferente do básico e surgem em botas de salto bloco com detalhe metálico e em versões tratoradas de elástico lateral, garantindo versatilidade para compor do look mais clássico ao mais despojado.

Na hora de montar a produção, esses tons pedem o xadrez clássico da data, mas brilham também ao lado de peças lisas que deixam a cor da bota assinar o visual. Vale apostar em um vestido midi de tom neutro, uma saia rodada ou uma calça de alfaiataria que harmonize com a paleta quente, deixando o calçado como ponto de destaque que aterra a produção e traduz o clima da estação com elegância.

                                                         

Os modelos estão disponíveis nas franquias Usaflex, em lojas multimarcas e no site oficial da marca.

Sobre a Usaflex
A Usaflex entende que é a partir dos pés que a vida flui, por isso, une conforto e beleza em calçados e bolsas que acompanham a rotina da mulher real. Ao contrário do senso comum, a marca acredita que a zona de conforto não é um lugar de acomodação, mas o ponto de partida seguro e potente para qualquer conquista. É com essa visão que a marca desenvolveu a Tecnologia do Bem-Andar, plataforma proprietária que une inovação e bem-estar para garantir que os pés das suas consumidoras possam ir mais longe, afinal, a Usaflex carrega em sua essência um convite: viver pede conforto. Essa entrega de valor se traduz em uma produção diária de até 25 mil pares e em mais de 50 linhas de produtos, presentes no dia a dia de milhares de mulheres através da loja virtual, parceiros multimarcas, 370 franquias no Brasil e mais de 30 lojas no exterior.

www.usaflex.com.br 

IG: @usaflex 

Até o Próximo

Beijos

Lucimar

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Ouro em alta muda lógica de consumo e torna compra de joias mais criteriosa

 Olá amigos tudo bem?

Valorização global do metal, impulsionada por incertezas geopolíticas e rearranjos econômicos, influencia comportamento de consumidoras brasileiras que passam a buscar peças com maior durabilidade e percepção de valor

A valorização do ouro no mercado internacional voltou a colocar o metal no centro das discussões econômicas globais e começa a influenciar também o comportamento de consumo no Brasil. Segundo o World Gold Council, a demanda global por ouro atingiu recorde histórico em valor no primeiro trimestre de 2026, impulsionada por compras de bancos centrais, incertezas geopolíticas e busca por ativos tradicionalmente associados à preservação de valor.

Para Beny Fard, economista, sócio da B8 Partners, o movimento reflete uma reorganização mais ampla na lógica global de proteção patrimonial. Segundo ele, além da instabilidade geopolítica, o aumento da demanda institucional por ouro responde a uma estratégia de reforço de reservas em ativos com lastro físico. “Em momentos de maior tensão internacional e volatilidade econômica, o ouro historicamente volta ao radar como ativo de preservação de valor. Bancos centrais ampliaram esse movimento nos últimos ciclos, o que ajuda a sustentar a relevância do metal no cenário global”, afirma.

Embora a discussão econômica se concentre no mercado financeiro, os reflexos começam a aparecer no varejo de joias. Débora De Landa, especialista em joalheria de alto padrão, posicionamento de marcas no segmento de luxo e fundadora da Joias Kether, afirma que a valorização do ouro tem influenciado consumidoras mais criteriosas, especialmente em compras de maior valor.

“Existe um olhar mais atento para qualidade, procedência e durabilidade. A jóia continua carregando valor emocional e simbólico, mas hoje muitos clientes querem entender melhor o que estão adquirindo, principalmente quando se trata de ouro”, afirma.

Compra menos impulsiva e mais racional

A mudança acompanha uma transformação mais ampla no comportamento de consumo, especialmente entre públicos de maior ticket, que passaram a exigir mais informação antes da decisão de compra. Em segmentos ligados ao luxo e ao consumo aspiracional, confiança, transparência e credibilidade ganharam peso semelhante ao apelo estético.

Na avaliação de Débora, o amadurecimento do consumidor feminino tem alterado a dinâmica de compra. “A decisão deixou de ser exclusivamente emocional. Muitas mulheres passaram a fazer perguntas sobre teor do ouro, origem da peça, processo de fabricação e longevidade. Isso mostra uma relação mais consciente com o consumo.”

Especialistas destacam, porém, que jóias e ativos financeiros cumprem funções distintas. Enquanto o ouro no mercado financeiro integra estratégias patrimoniais específicas, no consumo o apelo está associado à durabilidade material, permanência e valor percebido.

Valor simbólico e permanência

A força do ouro nesse debate também passa pelo componente afetivo. Diferentemente de outros bens de consumo, joias frequentemente atravessam gerações, acumulando memória, significado e valor material. “Joias carregam histórias pessoais e familiares. Esse aspecto emocional sempre existiu, mas agora aparece combinado com uma preocupação maior com qualidade e permanência. A cliente quer beleza, mas também quer consistência na escolha”, afirma Débora.

Para o varejo premium, a mudança reforça a importância do atendimento consultivo. Em compras de maior ticket, a decisão passou a envolver mais informação, confiança e percepção de segurança na aquisição.

Fontes consultadas:
World Gold Council — Gold Demand Trends Q1 2026
https://www.gold.org/goldhub/research/gold-demand-trends/gold-demand-trends-q1-2026


Sobre Débora De Landa

Débora De Landa é fundadora da joalheria Kether e atua no mercado joalheiro há mais de 26 anos. Com origem em uma família tradicional do setor, iniciou sua trajetória desenvolvendo conhecimento sobre qualidade, procedência e relacionamento com o cliente. Ao longo da carreira, passou por diferentes etapas, desde a atuação com semijoias até a importação de prata, consolidando-se posteriormente no segmento de joias em ouro 18k.

Atualmente, lidera a joalheria Kether, atendendo clientes em todo o Brasil por meio de loja física, e-commerce e vendas ao vivo. Sua atuação é marcada pela curadoria das peças, experiência prática e compromisso com a transparência, fatores que sustentam sua credibilidade em um mercado diretamente ligado à confiança e ao valor percebido.



Para mais informações, acesse linkedin e instagram.

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Sobre o Jóias Kether

A joalheria Kether é especializada em joias em ouro 18k e atua no mercado com foco em peças que aliam valor duradouro, design atemporal e procedência confiável. Fundada por Débora De Landa, profissional com mais de 26 anos de experiência no setor joalheiro, a marca nasce a partir de uma trajetória consolidada, construída sobre conhecimento técnico, curadoria criteriosa e relacionamento próximo com o cliente.

Com atendimento em todo o Brasil, a Kether opera por meio de loja física, e-commerce e vendas ao vivo, modelo que amplia o acesso às peças e reforça a transparência no processo de compra. A atuação da marca é guiada pela seriedade na seleção das joias, pela clareza na comunicação e pelo compromisso em oferecer produtos que mantenham valor ao longo do tempo, posicionando-se em um segmento onde credibilidade e confiança são determinantes para a decisão de compra.



Para mais informações, acesse instagram.  

Sobre Beny Fard

Beny Fard, CFP®, é engenheiro e cofundador da B8 Partners, boutique financeira especializada em M&A, Dívida & Crédito Corporativo, Investimentos Alternativos e Ativos Digitais. Atua também como CEO da DeFin, fintech que oferece soluções de Investment Banking as a Service (IBaaS) combinando modelagem financeira, infraestrutura blockchain e metodologias de análise de risco aplicadas à Renda Fixa Digital e Real World Assets (RWA).

Consultor de valores mobiliários registrado na CVM, acumula experiência em finanças descentralizadas, investimentos alternativos, gestão e planejamento patrimonial, estruturação de ativos e inovação corporativa. Antes da B8, teve passagem pelo Banco BTG Pactual, atuou como investidor de startups e em projetos de inovação corporativa ligados ao Stanford Research Institute. Sua trajetória inclui participação em iniciativas de investimento e consultoria em empresas de médio e grande porte, com atuação em estratégias de crescimento, governança e mercado de capitais.

Para saber mais acesse o instagram, linkedin ou pelo site.

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Sobre a DeFin

A DeFin nasceu como a gêmea digital (digital twin) da B8 Partners, e se tornou uma fintech (spin-off), servindo como uma plataforma de inteligência e estruturação digital, e tem como time de sócios Beny Fard, Christian Gazzetta, André Carvalho, Juliano Nicocelli e Vinicius Valler. Focada em Renda Fixa Digital e Real World Assets (RWA), a unidade atua como um Investment Banking as a Service (IBaaS), combinando tecnologia proprietária e rigor analítico para auditar, estruturar e liquidar ativos digitais com governança institucional. 

Para mais informações acesse https://defin.global/ e assine a carta semanal da DeFin Research.

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Beijos 

Lucimar