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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Inchaço, fadiga e intestino preso. A culpa é mesmo da disbiose?

 Olá amigos tudo bem?

Influenciadores associam sintomas como inchaço, fadiga e dificuldade para perder peso ao desequilíbrio da microbiota intestinal, mas especialistas afirmam que o autodiagnóstico pode atrasar o tratamento correto

Barriga estufada, gases, fadiga constante, acne, dificuldade para perder peso, alterações de humor e até compulsão alimentar. Nos últimos meses, a palavra "disbiose" passou a aparecer diariamente nas redes sociais como uma possível explicação para uma série de sintomas. O aumento do interesse pela saúde intestinal acompanha o avanço das pesquisas sobre a microbiota humana, mas também preocupa especialistas, que observam uma onda crescente de autodiagnósticos baseados em vídeos curtos e recomendações sem respaldo científico.

Bruna Makluf, nutricionista e diretora de Nutrição da WeFit, explica que a microbiota realmente exerce papel importante em diversas funções do organismo, mas alerta que o conceito de disbiose vem sendo simplificado de maneira equivocada nas redes sociais.

A WeFit é uma healthtech especializada em saúde personalizada que integra avaliação nutricional, testes genéticos, análise da microbiota intestinal e inteligência artificial para desenvolver protocolos individualizados. O acompanhamento é realizado de forma remota pela equipe de nutrição, que interpreta os resultados de forma integrada para construir estratégias personalizadas de acordo com as características biológicas e os hábitos de cada paciente.

"Muitas pessoas chegam ao consultório dizendo que descobriram que têm disbiose porque sentiram inchaço ou porque viram um vídeo que descrevia exatamente os mesmos sintomas. O problema é que alterações intestinais podem ter inúmeras causas. Nem todo desconforto está relacionado à microbiota e nem toda microbiota diferente representa uma doença."

O intestino abriga trilhões de microrganismos, entre bactérias, fungos e vírus, que participam da digestão, da produção de metabólitos importantes, do funcionamento do sistema imunológico e da comunicação entre intestino e cérebro. Alterações nesse ecossistema podem ocorrer ao longo da vida por influência da alimentação, do uso de medicamentos, do estresse, da qualidade do sono e de diversos outros fatores. Entretanto, pesquisadores reforçam que ainda não existe uma composição considerada ideal para todas as pessoas e que a avaliação deve ser individualizada.

Estudos publicados nos últimos anos mostram que a microbiota está relacionada à saúde metabólica, digestiva e imunológica, mas também reforçam que o conceito de disbiose não deve ser utilizado como diagnóstico isolado para explicar sintomas inespecíficos, especialmente sem avaliação clínica.

Segundo Bruna, o maior risco do excesso de informações disponíveis na internet é levar pessoas a iniciar dietas extremamente restritivas, consumir probióticos indiscriminadamente ou eliminar grupos alimentares inteiros sem necessidade. "Não existe um suplemento capaz de resolver sozinho alterações da microbiota. Em muitos casos, o problema nem está nela. Quando alguém inicia um tratamento baseado apenas em conteúdos das redes sociais, pode acabar mascarando outras condições que precisam ser investigadas."

Quando vale a pena procurar ajuda?

Embora desconfortos digestivos ocasionais sejam comuns, alguns sinais merecem avaliação profissional quando persistem por semanas ou passam a comprometer a qualidade de vida. Nem toda alteração intestinal exige exames complexos, tampouco o uso indiscriminado de probióticos.

Segundo Bruna Makluf, alguns sinais merecem investigação quando permanecem por semanas, principalmente se vier acompanhados de perda de peso involuntária, dor abdominal frequente, alterações importantes do funcionamento intestinal ou histórico familiar de doenças gastrointestinais. "Outro ponto importante é observar quando esses sintomas começam a interferir na rotina. Se a pessoa passa a evitar alimentos por medo, convive diariamente com desconforto ou faz sucessivas tentativas de tratamento sem melhora, é hora de investigar. O intestino pode estar sinalizando diversas condições diferentes, e não apenas alterações da microbiota."

Entre os principais sinais de alerta estão:

  • distensão abdominal frequente;
  • alterações persistentes do funcionamento intestinal;
  • dor abdominal recorrente;
  • perda de peso sem explicação;
  • presença de sangue nas fezes;
  • sintomas que permanecem mesmo após mudanças na alimentação.

"A investigação não acontece apenas porque existe um exame disponível. Ela deve fazer sentido dentro da história clínica daquela pessoa. O exame é uma ferramenta para complementar a avaliação, nunca para substituir o acompanhamento profissional."

O que realmente ajuda a cuidar da microbiota

Apesar da popularização dos probióticos nas redes sociais, os especialistas afirmam que os hábitos cotidianos continuam sendo os principais fatores associados à saúde intestinal.

Uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fibras, associada à prática regular de atividade física, sono adequado e menor consumo de alimentos ultraprocessados, permanece entre as estratégias mais recomendadas para favorecer a diversidade da microbiota.

"A expectativa de encontrar um único alimento ou um suplemento capaz de 'curar a microbiota' não corresponde ao que a ciência mostra hoje. O intestino responde ao conjunto dos hábitos, não a soluções isoladas."

Essa individualidade é justamente um dos fatores que impulsionam o crescimento da medicina personalizada. Pessoas com sintomas semelhantes podem apresentar causas completamente diferentes para seus desconfortos, o que exige avaliações mais abrangentes do histórico clínico, dos hábitos e das características biológicas de cada organismo.

Para ampliar essa compreensão, exames específicos podem ser utilizados quando existe indicação clínica. A análise da microbiota permite identificar a composição e a diversidade dos microrganismos presentes no intestino, enquanto testes genéticos ajudam a compreender predisposições relacionadas ao metabolismo, resposta aos alimentos e outros fatores que influenciam a saúde. A interpretação integrada dessas informações permite que o acompanhamento nutricional seja construído de forma individualizada, em vez de seguir protocolos generalistas.

Para Bruna, o interesse crescente pela microbiota representa uma oportunidade importante de ampliar a educação em saúde, desde que a informação seja baseada em evidências e não em tendências das redes sociais.

"É positivo que as pessoas estejam mais curiosas sobre o funcionamento do próprio organismo. O desafio é entender que saúde intestinal não pode ser resumida a um vídeo de um minuto. Quanto mais a ciência avança, mais percebemos que cada organismo responde de maneira diferente e que protocolos padronizados tendem a perder espaço para abordagens realmente individualizadas."

Cinco cuidados antes de concluir que você tem disbiose

  • Evite fazer autodiagnóstico com base apenas em conteúdos das redes sociais.
  • Não utilize probióticos ou suplementos sem orientação profissional.
  • Observe se os sintomas são persistentes ou apenas ocasionais.
  • Procure avaliação quando houver dor intensa, perda de peso involuntária, sangue nas fezes ou alterações intestinais recorrentes.
  • Lembre-se de que alimentação, sono, estresse, medicamentos, genética e estilo de vida influenciam a microbiota e precisam ser analisados em conjunto.

Sobre Bruna Makluf

Bruna Makluf é nutricionista, diretora de Nutrição da WeFit e especialista em emagrecimento, saúde metabólica, composição corporal, saúde intestinal, doenças crônicas e longevidade. Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal) em 2008, possui especializações em Nutrição Clínica, Fitoterapia e Nutrição Comportamental, formação em Saúde Intestinal e mestrado em Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Com mais de 15 anos de experiência, atuou por nove anos na saúde pública, onde participou da implantação de equipes e políticas públicas voltadas à assistência nutricional. Posteriormente, integrou por seis anos a Clínica Seven, exercendo as funções de nutricionista e gestora da equipe de nutrição. Atualmente, lidera a área de Nutrição da WeFit, sendo responsável pelo desenvolvimento dos protocolos nutricionais personalizados da empresa.

Sua atuação é baseada na individualização do cuidado, integrando evidências científicas, genética, saúde intestinal, exames laboratoriais e hábitos de vida para construir estratégias nutricionais adaptadas às necessidades de cada paciente. É fonte para temas relacionados ao emagrecimento, saúde intestinal, prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, saúde metabólica e longevidade.



Para mais informações, acesse: Linkedin e Instagram.

Sobre a WeFit

A WeFit é uma healthtech brasileira especializada em saúde personalizada e nutrição de precisão. A empresa desenvolveu um protocolo que integra testes genéticos, análise da microbiota intestinal, inteligência artificial, monitoramento contínuo de indicadores de saúde e acompanhamento nutricional remoto para criar estratégias individualizadas voltadas à melhora da saúde metabólica e da qualidade de vida.

Com atendimento 100% digital, a WeFit atende pacientes em todo o Brasil por meio de uma equipe especializada em nutrição, que acompanha cada jornada de forma personalizada com base nas características biológicas, na rotina e nos objetivos individuais. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para outras especialidades, ampliando o cuidado de forma integrada. A proposta da empresa é utilizar ciência, tecnologia e personalização para transformar a forma como as pessoas cuidam da saúde.

Para mais informações acesse: Site Oficial WeFit I Instagram WeFit 

 

Até o Próximo
Beijos
Lucimar


Menos fumaça, mais água: a natureza agradece

 Olá amigos tudo bem?

 planeta Terra enfrenta desafios ambientais sem precedentes. Antes de falarmos sobre desmatamento, queimada e escassez de água, devemos cuidar da natureza e ajudar as crianças a se apaixonarem por ela. A empatia vem da convivência! Devemos mostrar às crianças o poder de fazer a diferença.

A derrubada da vegetação nativa, frequentemente seguida de queimadas para abertura de pastagem ou plantio direto, pode destruir todo um ecossistema. As queimadas liberam grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera, acelerando o aquecimento global.

Sem as árvores, a umidade diminui, alterando o regime de chuvas e reduzindo a recarga dos lençóis freáticos. Com a redução das chuvas e o esgotamento das fontes de água doce, a seca se intensifica, levando à escassez de água potável tanto para o consumo humano quanto para a agricultura.

A fumaça das queimadas contém partículas finas que penetram profundamente nos pulmões das crianças, cujo sistema respiratório ainda está em desenvolvimento. Isso pode causar um aumento drástico de casos de asma, bronquite e infecções respiratórias.

Com a seca intensa, famílias mais carentes frequentemente recorrem a fontes de água não tratada ou contaminada, resultando em surtos de diarreia, cólera e parasitoses, que são causas significativas de mortalidade infantil.

Precisamos preservar o meio ambiente! Devemos mostrar às crianças o poder de fazer a diferença. As pequenas atitudes dão a sensação de pertencimento e responsabilidade.

* Formada em Biologia e mestre em Agronomia, Cilene Queiroz também é autora de “A Águia Solidária e o Planeta Azul”, um livro infantil que promove a consciência ambiental e maior contato com a natureza


Até o Próximo
Beijos
Lucimar

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Chocolate é aliado ou vilão da dieta?

 Olá amigos tudo bem?

édico aponta 6 formas de identificar quando o doce favorece ou prejudica o metabolismo

No Dia Mundial do Chocolate, celebrado em 7 de julho, o consumo do doce no Brasil vive um momento de ajuste. Levantamento da Worldpanel by Numerator, divulgado pela Kantar, mostra que o volume de chocolate consumido nos lares brasileiros caiu 19% no primeiro trimestre de 2025, reflexo da crise global do cacau, que elevou o preço médio da categoria. Ainda assim, o consumidor não abandonou o produto. 

Os consumidores passaram a optar por embalagens menores, segundo a Kantar , mostrando que, apesar do aumento dos preços, a iguaria continua presente na rotina dos brasileiros. A data também reacende um debate frequente: afinal, o chocolate é realmente um inimigo da alimentação saudável? 

Para Alexandre Duarte, médico, professor, pesquisador, referência em fisiologia metabólica e hormonal e fundador do Instituto Avantgarde, a resposta passa longe de uma proibição generalizada. O problema não começa no cacau, mas sim quando ele deixa de ser o principal ingrediente. "O chocolate não é o inimigo da dieta. O problema é que, muitas vezes, alguns produtos apresentam pouco cacau e muito açúcar. Além disso, a forma como esse alimento é consumido costuma dizer mais sobre a saúde metabólica da pessoa do que o doce isoladamente", afirma. 

O cacau é um alimento naturalmente rico em polifenóis, flavonoides e minerais como o magnésio, compostos estudados por seus potenciais efeitos antioxidantes e pela associação com benefícios cardiovasculares quando consumido em versões pouco processadas e com alta concentração de cacau. A situação muda quando o açúcar passa a ocupar o protagonismo da fórmula. 

Em boa parte dos chocolates industrializados, ele aparece entre os primeiros ingredientes da lista, acompanhado de gorduras vegetais, aromatizantes e outros aditivos. Quanto menor a participação do cacau, menor tende a ser a presença dos compostos naturalmente encontrados no alimento. 

Segundo o médico, é justamente nesse ponto que aparece o maior impacto metabólico. Produtos com grande quantidade de açúcares adicionados favorecem picos repetidos de glicemia e exigem sucessivas liberações de insulina. Quando esse padrão se soma a uma alimentação rica em carboidratos refinados e ultraprocessados, pode contribuir para resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e dificuldade para controlar o peso. 

Chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável? 

Na avaliação de Alexandre Duarte, a resposta não passa por uma proibição genérica, mas por critérios de qualidade e contexto. Mais do que retirar o alimento da rotina, é preciso entender como ele está inserido na alimentação e qual é a condição metabólica de quem o consome.

O chocolate tende a ser um aliado quando:

  • possui alta concentração de cacau, preferencialmente acima de 70%, e baixo teor de açúcares adicionados;
  • é consumido em pequenas porções, de forma consciente, e não como resposta automática à ansiedade ou ao cansaço;
  • faz parte de uma rotina alimentar que já controla a carga glicêmica ao longo do dia;
  • é ingerido após uma refeição, e não isoladamente com o estômago vazio, o que ajuda a reduzir oscilações glicêmicas e favorece maior saciedade.

Por outro lado, o chocolate tende a representar um problema quando:

  • o açúcar aparece entre os primeiros ingredientes do rótulo;
  • é consumido em grandes quantidades e com alta frequência, principalmente por pessoas com resistência à insulina, inflamação persistente ou dificuldade para perder peso;
  • passa a substituir refeições ou é utilizado como resposta ao estresse, à baixa energia ou à ansiedade, reforçando um ciclo repetitivo de picos e quedas de glicose.

"Muitas vezes, o chocolate não é a causa do problema. Ele apenas revela um metabolismo que já vinha sendo sobrecarregado por outros hábitos. O alimento, sozinho, raramente explica o quadro. É o padrão de consumo que faz diferença", explica Duarte. 

Como aproveitar o Dia Mundial do Chocolate sem exageros

Segundo o médico, pequenas mudanças fazem diferença na relação com o alimento:

 

  • Leia o rótulo antes de comprar. Quanto maior a participação do cacau e menor a lista de ingredientes, melhor tende a ser a escolha.
  • Prefira chocolates com maior teor de cacau e menor quantidade de açúcar.
  • Consuma pequenas porções após uma refeição completa, evitando comer chocolate para aliviar fome, ansiedade ou cansaço.
  • Evite transformar o doce em um hábito automático ou em recompensa diária.
  • Observe a frequência do consumo. Um episódio isolado costuma ter impacto muito menor do que pequenas quantidades repetidas ao longo da semana.
  • Se a vontade por doces é intensa e recorrente, vale investigar fatores como sono inadequado, estresse, resistência à insulina e qualidade da alimentação.

 

O recado por trás da data

Para Alexandre Duarte, o Dia Mundial do Chocolate é uma oportunidade para lembrar que nenhum alimento, isoladamente, explica o estado de saúde de uma pessoa.

"O corpo não adoece por causa de um único alimento. Ele responde aos padrões que repetimos ao longo do tempo. O chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável quando há equilíbrio. O problema começa quando ele deixa de ser uma escolha consciente e passa a ocupar o lugar de uma necessidade criada por um metabolismo desregulado", conclui.

Sobre Alexandre Duarte

Dr. Alexandre Duarte é médico, professor e palestrante, referência em fisiologia metabólica e hormonal no Brasil. Graduado em Medicina pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), aprofundou sua formação durante 12 anos nos Estados Unidos, onde concluiu o Fellowship in Metabolic and Nutritional Medicine pela MMI/USA.

Fundador do Grupo Avantgarde, Alexandre Duarte acumula mais de duas décadas de atuação clínica e acadêmica. Ao longo de sua trajetória, contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 20 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas ligadas à fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada. 

Defensor da chamada medicina da saúde, baseada na investigação das causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, atua na difusão de uma abordagem voltada à prevenção, personalização do tratamento e reversão de doenças crônicas associadas ao metabolismo, consolidando-se como uma das principais vozes do segmento no país.

Para mais informações, acesse: site, Instagram, linkedin ou pelo youtube.



 

Sobre o Instituto Avantgarde 

Fundado em 2007 pelo Dr. Alexandre Duarte, o Instituto Avantgarde é referência em medicina metabólica e hormonal, com unidades em São Paulo e Florianópolis. A instituição nasceu a partir da busca por uma abordagem que investigasse as causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, indo além do tratamento isolado dos sintomas e priorizando a prevenção, a personalização do cuidado e a recuperação da saúde.

Integrante do Grupo Avantgarde, o instituto atua ao lado da Avantgarde College, escola de capacitação médica com cursos reconhecidos pelo MEC, e de outras iniciativas voltadas à saúde, longevidade e bem-estar. Ao longo de sua trajetória, o grupo já contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 40 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas como fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada.

Com uma equipe multidisciplinar e uma abordagem baseada em ciência, investigação clínica e acompanhamento individualizado, o Instituto Avantgarde consolidou-se como um dos principais centros brasileiros dedicados ao tratamento das doenças metabólicas e hormonais, promovendo um modelo de medicina voltado à identificação das causas dos problemas de saúde e à construção de resultados sustentáveis para os pacientes.

Para mais informações, acesse : instagram, site, linkedin instituto e linkedin college.


Fontes de pesquisa

Worldpanel by Numerator (Kantar Worldpanel) 

https://www.kantar.com/brazil/inspiration/consumo/2025/queda-consumo-chocolate-crise-cacau

Até o Próximo
Beijos
Lucimar