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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Chocolate é aliado ou vilão da dieta?

 Olá amigos tudo bem?

édico aponta 6 formas de identificar quando o doce favorece ou prejudica o metabolismo

No Dia Mundial do Chocolate, celebrado em 7 de julho, o consumo do doce no Brasil vive um momento de ajuste. Levantamento da Worldpanel by Numerator, divulgado pela Kantar, mostra que o volume de chocolate consumido nos lares brasileiros caiu 19% no primeiro trimestre de 2025, reflexo da crise global do cacau, que elevou o preço médio da categoria. Ainda assim, o consumidor não abandonou o produto. 

Os consumidores passaram a optar por embalagens menores, segundo a Kantar , mostrando que, apesar do aumento dos preços, a iguaria continua presente na rotina dos brasileiros. A data também reacende um debate frequente: afinal, o chocolate é realmente um inimigo da alimentação saudável? 

Para Alexandre Duarte, médico, professor, pesquisador, referência em fisiologia metabólica e hormonal e fundador do Instituto Avantgarde, a resposta passa longe de uma proibição generalizada. O problema não começa no cacau, mas sim quando ele deixa de ser o principal ingrediente. "O chocolate não é o inimigo da dieta. O problema é que, muitas vezes, alguns produtos apresentam pouco cacau e muito açúcar. Além disso, a forma como esse alimento é consumido costuma dizer mais sobre a saúde metabólica da pessoa do que o doce isoladamente", afirma. 

O cacau é um alimento naturalmente rico em polifenóis, flavonoides e minerais como o magnésio, compostos estudados por seus potenciais efeitos antioxidantes e pela associação com benefícios cardiovasculares quando consumido em versões pouco processadas e com alta concentração de cacau. A situação muda quando o açúcar passa a ocupar o protagonismo da fórmula. 

Em boa parte dos chocolates industrializados, ele aparece entre os primeiros ingredientes da lista, acompanhado de gorduras vegetais, aromatizantes e outros aditivos. Quanto menor a participação do cacau, menor tende a ser a presença dos compostos naturalmente encontrados no alimento. 

Segundo o médico, é justamente nesse ponto que aparece o maior impacto metabólico. Produtos com grande quantidade de açúcares adicionados favorecem picos repetidos de glicemia e exigem sucessivas liberações de insulina. Quando esse padrão se soma a uma alimentação rica em carboidratos refinados e ultraprocessados, pode contribuir para resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e dificuldade para controlar o peso. 

Chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável? 

Na avaliação de Alexandre Duarte, a resposta não passa por uma proibição genérica, mas por critérios de qualidade e contexto. Mais do que retirar o alimento da rotina, é preciso entender como ele está inserido na alimentação e qual é a condição metabólica de quem o consome.

O chocolate tende a ser um aliado quando:

  • possui alta concentração de cacau, preferencialmente acima de 70%, e baixo teor de açúcares adicionados;
  • é consumido em pequenas porções, de forma consciente, e não como resposta automática à ansiedade ou ao cansaço;
  • faz parte de uma rotina alimentar que já controla a carga glicêmica ao longo do dia;
  • é ingerido após uma refeição, e não isoladamente com o estômago vazio, o que ajuda a reduzir oscilações glicêmicas e favorece maior saciedade.

Por outro lado, o chocolate tende a representar um problema quando:

  • o açúcar aparece entre os primeiros ingredientes do rótulo;
  • é consumido em grandes quantidades e com alta frequência, principalmente por pessoas com resistência à insulina, inflamação persistente ou dificuldade para perder peso;
  • passa a substituir refeições ou é utilizado como resposta ao estresse, à baixa energia ou à ansiedade, reforçando um ciclo repetitivo de picos e quedas de glicose.

"Muitas vezes, o chocolate não é a causa do problema. Ele apenas revela um metabolismo que já vinha sendo sobrecarregado por outros hábitos. O alimento, sozinho, raramente explica o quadro. É o padrão de consumo que faz diferença", explica Duarte. 

Como aproveitar o Dia Mundial do Chocolate sem exageros

Segundo o médico, pequenas mudanças fazem diferença na relação com o alimento:

 

  • Leia o rótulo antes de comprar. Quanto maior a participação do cacau e menor a lista de ingredientes, melhor tende a ser a escolha.
  • Prefira chocolates com maior teor de cacau e menor quantidade de açúcar.
  • Consuma pequenas porções após uma refeição completa, evitando comer chocolate para aliviar fome, ansiedade ou cansaço.
  • Evite transformar o doce em um hábito automático ou em recompensa diária.
  • Observe a frequência do consumo. Um episódio isolado costuma ter impacto muito menor do que pequenas quantidades repetidas ao longo da semana.
  • Se a vontade por doces é intensa e recorrente, vale investigar fatores como sono inadequado, estresse, resistência à insulina e qualidade da alimentação.

 

O recado por trás da data

Para Alexandre Duarte, o Dia Mundial do Chocolate é uma oportunidade para lembrar que nenhum alimento, isoladamente, explica o estado de saúde de uma pessoa.

"O corpo não adoece por causa de um único alimento. Ele responde aos padrões que repetimos ao longo do tempo. O chocolate pode fazer parte de uma alimentação saudável quando há equilíbrio. O problema começa quando ele deixa de ser uma escolha consciente e passa a ocupar o lugar de uma necessidade criada por um metabolismo desregulado", conclui.

Sobre Alexandre Duarte

Dr. Alexandre Duarte é médico, professor e palestrante, referência em fisiologia metabólica e hormonal no Brasil. Graduado em Medicina pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), aprofundou sua formação durante 12 anos nos Estados Unidos, onde concluiu o Fellowship in Metabolic and Nutritional Medicine pela MMI/USA.

Fundador do Grupo Avantgarde, Alexandre Duarte acumula mais de duas décadas de atuação clínica e acadêmica. Ao longo de sua trajetória, contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 20 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas ligadas à fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada. 

Defensor da chamada medicina da saúde, baseada na investigação das causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, atua na difusão de uma abordagem voltada à prevenção, personalização do tratamento e reversão de doenças crônicas associadas ao metabolismo, consolidando-se como uma das principais vozes do segmento no país.

Para mais informações, acesse: site, Instagram, linkedin ou pelo youtube.



 

Sobre o Instituto Avantgarde 

Fundado em 2007 pelo Dr. Alexandre Duarte, o Instituto Avantgarde é referência em medicina metabólica e hormonal, com unidades em São Paulo e Florianópolis. A instituição nasceu a partir da busca por uma abordagem que investigasse as causas dos desequilíbrios metabólicos e hormonais, indo além do tratamento isolado dos sintomas e priorizando a prevenção, a personalização do cuidado e a recuperação da saúde.

Integrante do Grupo Avantgarde, o instituto atua ao lado da Avantgarde College, escola de capacitação médica com cursos reconhecidos pelo MEC, e de outras iniciativas voltadas à saúde, longevidade e bem-estar. Ao longo de sua trajetória, o grupo já contribuiu para a recuperação da saúde de aproximadamente 40 mil pacientes e para a formação de mais de 3 mil médicos em áreas como fisiologia metabólica, modulação hormonal e medicina personalizada.

Com uma equipe multidisciplinar e uma abordagem baseada em ciência, investigação clínica e acompanhamento individualizado, o Instituto Avantgarde consolidou-se como um dos principais centros brasileiros dedicados ao tratamento das doenças metabólicas e hormonais, promovendo um modelo de medicina voltado à identificação das causas dos problemas de saúde e à construção de resultados sustentáveis para os pacientes.

Para mais informações, acesse : instagram, site, linkedin instituto e linkedin college.


Fontes de pesquisa

Worldpanel by Numerator (Kantar Worldpanel) 

https://www.kantar.com/brazil/inspiration/consumo/2025/queda-consumo-chocolate-crise-cacau

Até o Próximo
Beijos
Lucimar


Cabelos volumosos: confira os truques e cuidados que deixam o cabelo encorpado sem pesar nos fios



 Olá amigos tudo bem?

Inspirada no glamour das supermodels dos anos 90, tendência do "blowout" volumoso retorna com releitura mais leve e natural

Por anos, o cabelo “perfeito” parecia seguir uma única direção: fios ultralisos, alinhados e sem volume aparente. Agora, o movimento muda - literalmente. Inspirado no glamour das supermodels dos anos 90, o visual volumoso volta ao centro das tendências. Escovas encorpadas, movimento nas pontas e raiz elevada reaparecem como protagonistas de beleza em passarelas, tapetes vermelhos e redes sociais, resgatando referências icônicas de nomes como Cindy Crawford, Claudia Schiffer e Pamela Anderson em suas fases mais emblemáticas.

Mas, diferente do exagero típico de outras décadas, o novo volume surge menos rígido e muito mais fluido. O chamado “90s blowout” aposta em fios com balanço, textura macia e aparência saudável, quase como o efeito de escova recém-feita que permanece elegante sem parecer excessivamente produzido.

Segundo Marina Groke, diretora da Escova Express, rede de escovarias e tratamentos capilares, o retorno dessa estética está diretamente ligado ao desejo por cabelos com mais presença e naturalidade. “Existe uma valorização maior de fios com movimento e aparência saudável. O volume atual não tem aquele aspecto armado ou pesado, ele aparece de forma mais polida, com leveza e brilho”, explica.

A construção desse efeito começa muito antes da finalização. Para Marina, um dos principais segredos do cabelo volumoso está justamente na saúde da fibra capilar. “Quando o fio está nutrido e protegido, ele ganha corpo naturalmente. O volume bonito não vem apenas da escova, mas da combinação entre corte, textura e tratamento.”

Nesse cenário, produtos nutritivos e fórmulas capazes de preservar a integridade dos fios passam a ocupar papel importante na rotina. Ingredientes como óleo de abacate, óleo de coco, óleo de argan e vitamina E ajudam a manter brilho, maleabilidade e proteção térmica, fator essencial para quem utiliza ferramentas de calor com frequência.

“Esses ativos conseguem nutrir profundamente enquanto protegem a estrutura capilar contra agressões externas, como calor excessivo, poluição e ressecamento”, comenta Marina. Segundo a especialista, cabelos ressecados ou fragilizados costumam perder sustentação e movimento, o que interfere diretamente no resultado da finalização.

A escova tradicional aparece entre as principais responsáveis pelo retorno desse visual justamente por criar volume sem endurecer os fios. Diferente das finalizações extremamente marcadas, ela trabalha a elevação da raiz e o alinhamento do comprimento de forma mais natural, preservando leveza e balanço. Já a escova modelada com babyliss entra como aliada para construir curvas amplas e movimento, especialmente nas pontas e na região frontal do rosto.

O corte também influencia diretamente nesse resultado. Camadas suaves, principalmente ao redor do rosto e no comprimento, ajudam a distribuir o volume de forma equilibrada e evitam o efeito pesado. “O cabelo volumoso contemporâneo precisa de leveza. Quando existe excesso de peso na base, os fios perdem movimento rapidamente”, afirma.

Outro ponto importante está na preparação antes da escova. Excesso de produtos finalizadores, fórmulas muito densas e até o uso incorreto de óleos capilares podem comprometer o resultado, deixando o cabelo sem sustentação. Segundo Marina, o segredo está na dosagem e na escolha de texturas mais leves. “O óleo capilar funciona muito bem para controlar frizz, dar brilho e proteger os fios, mas precisa ser usado na medida certa para preservar o movimento”, reforça.

 

 

Sobre a Escova Express:

A Escova Express é a rede de franquias referência no mercado de beleza, que usa os melhores métodos em escovas, penteados, maquiagens e design de sobrancelhas. Com atendimentos que dispensam agendamento prévio otimizando o tempo das mulheres que têm uma rotina corrida, mas que querem estar sempre arrumadas. Atualmente com sete unidades no Sudeste e Centro-Oeste, a marca atende cerca de 3 mil clientes por mês. Com investimento a partir de R$200 mil, o faturamento médio mensal estimado é de R$60mil a R$80 mil e o retorno de investimento em 18 meses.

 Até o Próximo

Beijos

Lucimar

sábado, 27 de junho de 2026

Conheça a vitrine Momento da moda

 


Espero todas vocês lá!


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