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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Fundo do mar inspira nova coleção de acessórios com estética lúdica e referências naturais

 Olá amigos tudo bem?

Símbolos marítimos ganham releitura autoral e refletem a busca por design com identidade e apelo emocional

A Francisca Joias inicia 2026 alinhada a três movimentos que ganham espaço no comportamento de moda: o retorno do maximalismo nos acessórios, a valorização do atemporal e a incorporação de referências do mar como linguagem estética. As novas coleções acompanham tendências observadas no street style e em editoriais de moda, com foco em expressão individual, identidade e versatilidade.

Entre os destaques está a coleção de anéis, que acompanha a tendência de usar múltiplas peças em todos os dedos das mãos. O mix de modelos propõe composições impactantes, com diferentes volumes, texturas e formatos, permitindo combinações livres que transitam do visual casual a produções noturnas. A proposta reforça o acessório como elemento central do look, deixando de ser apenas complemento.

Sabrina Nunes, CEO e fundadora da Francisca Joias, afirma que o uso de vários anéis reflete um momento de maior liberdade estética. “O acessório virou assinatura. Usar anéis juntos é uma forma direta de comunicar estilo e personalidade, sem precisar seguir regras”, diz.





Em paralelo ao maximalismo, a marca apresenta a Coleção Clássicos, voltada ao resgate de semijoias atemporais. A linha reúne designs tradicionais e linhas refinadas, reinterpretados com acabamento atual e presença equilibrada. A proposta dialoga com um movimento de valorização de peças duráveis, versáteis e que atravessam tendências sem perder relevância.

Para Sabrina, o clássico segue como uma escolha consistente em um cenário de consumo mais consciente. “São peças que funcionam em diferentes momentos e permanecem atuais ao longo do tempo. O clássico não é básico, ele é consistente”, afirma.

Já para o verão 2026, a Francisca Joias apresenta a coleção Saint Tropez, inspirada no universo do mar. Peixes e lagostas aparecem como elementos centrais do design, em versões delicadas e contemporâneas, equilibrando o lúdico e o sofisticado. As semijoias dialogam com o mood praiano chic, sem se limitar a produções de praia.

“A ideia foi trazer o mar como linguagem visual, associada à leveza, liberdade e frescor. São peças pensadas para acompanhar o verão, mas também para compor looks urbanos”, aponta.

Com propostas distintas, mas complementares, as novas coleções reforçam o posicionamento da Francisca Joias em trabalhar tendências de forma autoral, acessível e conectada ao comportamento feminino contemporâneo.

 

Sobre Sabrina Nunes

Sabrina Nunes é CEO e fundadora da Francisca Jóias, considerada a maior loja online de semijoias do Brasil. Atua no mercado digital desde 2011 e acumula 14 anos de experiência em grandes operações de vendas, especialmente no período de Black Friday. Desenvolveu estratégias práticas e validadas para aumentar o faturamento no varejo online, formando e mentorando mais de 36 mil mulheres que hoje empreendem com produtos físicos na internet. Hoje, dedica-se a ensinar empreendedoras a venderem de forma estruturada, acessível e orientada a resultados. Para mais informações, acesse @sabrinanunesfj ou pelo portal https://sabrinanunes.com.br/ 

Até o Próximo

Beijos

Lucimar



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Conheça as nail arts e esmaltações que prometem dominar a temporada de carnaval

 Olá amigos tudo bem?

Conheça as nail arts e esmaltações que prometem dominar a temporada de carnaval

Unhas viram destaque na folia com cores intensas, brilho e efeitos criativos

O carnaval se aproxima e inspira produções de beleza mais ousadas, com unhas que traduzem energia, cor e liberdade criativa. A temporada pede acabamentos luminosos, texturas diferenciadas e combinações que se destacam nas mãos. Entre esmaltações e nail arts, surgem propostas que unem impacto visual e praticidade para acompanhar o ritmo intenso dos dias de festa.

As neon french reinventam a clássica francesinha com pontas em tons fluorescentes, como verde, laranja e pink. A base translúcida equilibra o visual e valoriza o contraste das cores. O resultado é uma proposta gráfica, moderna e fácil de combinar com fantasias e produções vibrantes.

“Essa releitura é ideal para quem quer cor sem exagero, porque mantém a elegância do desenho tradicional com um toque vibrante e atual. O contraste entre a base clara e as pontas neon cria um efeito moderno que valoriza o formato das unhas e combina com diferentes estilos de produção”, conta Aleksandra Francisca da Silva, manicure do Pelle Capelli.




As unhas com glitter ombré voltam com tudo e aparecem como opção para quem busca brilho com acabamento mais suave e sofisticado, ao concentrar glitter nas pontas formando um degradê que cria profundidade e movimento sem pesar no visual. A técnica funciona bem tanto em unhas curtas quanto longas e acompanha com harmonia looks neutros ou mais elaborados.

“As nail arts com adesivos holográficos também ganham espaço ao aliar a praticidade e impacto visual. Os holográficos trazem uma estética moderna e lúdica, que conversa diretamente com o clima do carnaval, pois permitem personalização rápida e criam um visual dinâmico, já que refletem diferentes cores conforme a iluminação e o movimento das mãos”, comenta a manicure.

As esmaltações metálicas em dourado, prata e grafite retornam como apostas fortes para a folia. O efeito espelhado garante presença e sofisticação sem necessidade de desenhos elaborados. Essa proposta combina facilmente com maquiagens iluminadas e acessórios chamativos.

“Os tons metalizados são práticos, mas também causam um grande impacto ao entregar um visual marcante com aplicação simples e uniforme, além de funcionarem bem em produções noturnas e fantasias que pedem brilho e destaque. Alguns esmaltes dessa categoria ainda apostam em partículas de glitter na formulação, intensificando o efeito luminoso nas unhas ", destaca Aleksandra.




As unhas com efeito confete reproduzem a estética dos desfiles, em versões delicadas e coloridas, com pequenos pontos multicoloridos aplicados sobre bases claras, criando um resultado leve e alegre. A composição remete ao espírito da festa de forma criativa e atual.

“Essa proposta traduz o carnaval de maneira divertida e simbólica. As partículas coloridas lembram os confetes das ruas e blocos, trazendo movimento e personalidade para as unhas sem comprometer a harmonia do visual”, finaliza a profissional.

 

Sobre o Pelle Capelli

Há 22 anos no mercado, o Pelle Capelli está presente em momentos especiais, sempre se aprimorando na arte de transformar sonhos em realidade. Com um ambiente luxuoso e aconchegante, busca entregar excelência em todos os serviços e conta com uma equipe altamente qualificada. O local traz o conceito de conforto e bom gosto em cada espaço, buscando inspiração nos melhores espaços de beleza do Brasil e do mundo, portanto, o que melhor define o Pelle Capelli é toda a atenção aos detalhes. Tudo é pensado e feito cuidadosamente para o seu bem-estar e máximo conforto.

Endereço: Rua Siqueira Campos, 1000, Santo André, Brasil - 09020-240.

Site: https://pellecapelli.com.br/

Instagram: @pellecapellioficial/

Até o Próximo

Beijos 

Lucimar



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Da fantasia ao cotidiano: reflexos da alta-costura Primavera 2026 no futuro da moda

 Olá amigos tudo bem?

Guarda-roupa brasileiro pode aderir a transparências, flores e integrar com sua própria natureza

Com o encerramento da semana de alta-costura Primavera 2026, Paris voltou a cumprir seu papel de laboratório criativo da moda global. Entre estreias aguardadas, como Jonathan Anderson na Dior e Matthieu Blazy na Chanel, e narrativas autorais marcantes, as passarelas apontaram menos para o escapismo puro e mais para reflexões sobre tempo, tecnologia, natureza e o valor do feito à mão, temas que devem reverberar no vestir ao longo do ano e terreno fértil para a moda brasileira explorar.

Na Schiaparelli, Daniel Roseberry levou o imaginário fantástico ao limite ao colocar o reino animal no centro da narrativa. A coleção The Agony and the Ecstasy transformou o corpo feminino em criaturas híbridas, com referências explícitas a aves, insetos e seres mitológicos, traduzidas em chifres, caudas, asas, bordados tridimensionais e penas falsas trabalhadas à mão. Em um país como o Brasil, que abriga uma das maiores biodiversidades do planeta, essa estética encontra espaço para uma expansão de forma simbólica: não pela reprodução literal, mas pela inspiração nas formas, texturas e movimentos da fauna local, reinterpretados em superfícies bordadas, animal print, volumes orgânicos e detalhes artesanais que valorizam a identidade e o fazer manual brasileiro.

Já a Valentino, sob o comando de Alessandro Michele, trouxe emoção, memória e brilho como linguagem estética e política. Partindo de uma carta escrita por Pier Paolo Pasolini durante a Segunda Guerra Mundial, o desfile falou sobre o desejo em meio ao caos. Na passarela, alfaiataria glamourosa, laços, babados, drapeados e bordados luminosos revisitam os anos 1970 e 1980. No Brasil, essa referência pode reforçar peças fluídas, através de tecidos leves, jogos de transparência, brilhos pontuais e alfaiataria menos rígida, adaptada ao clima e ao cotidiano urbano.

A estreia de Matthieu Blazy na Chanel marcou o início de uma nova era para a maison e trouxe uma narrativa mais silenciosa e íntima. Inspirada na imagem de Coco Chanel vestindo uma camisa masculina emprestada de Boy Capel, a coleção apresentou transparências, tecidos leves e construções que dialogam com memória e liberdade. Essa estética encontra eco imediato na moda brasileira, onde sobreposições sutis, tecidos translúcidos e peças que revelam sem expor excessivamente fazem parte do vocabulário contemporâneo do vestir.

Na Dior, Jonathan Anderson apresentou uma das estreias mais comentadas da temporada ao unir flores e cotidiano. A coleção equilibra poesia e realidade com silhuetas naturais, shapes possíveis fora da passarela e uma sofisticação sem exageros. Para o mercado brasileiro, essa proposta se traduz em florais menos literais, volumes suaves e construções que priorizam conforto e movimento, um luxo que conversa diretamente com a vida real e com a necessidade de peças versáteis.

Para a estilista Carolina Mendonça, da marca Deep, o movimento é claro. “A fantasia continua existindo, mas ela vem acompanhada de intenção. Bordados, transparências e flores aparecem pensados para serem reinterpretados, não copiados. Isso abre espaço para adaptações criativas e muito alinhadas com o nosso jeito de vestir”, analisa.

No Brasil, essas referências ganham novos significados ao serem filtradas pelo clima, pela cultura e pelo modo de vestir cotidiano. Elementos como transparências, bordados e flores aparecem de forma mais leve, muitas vezes traduzidos em tecidos naturais e recortes estratégicos. A moda brasileira transforma o imaginário da alta-costura em experiência sensorial e prática, mantendo força estética sem perder usabilidade.

“A gente não replica a passarela, a gente interpreta”, reforça Carolina Mendonça. “O que vem da alta-costura inspira escolhas mais conscientes, autorais e conectadas com a realidade brasileira.” Assim, a moda nacional atua como intérprete sensível das grandes narrativas globais, transformando a fantasia da alta-costura em linguagem possível, desejável e profundamente conectada ao cotidiano.







Até o Próximo
Beijos
Lucimar